7 de setembro: na Paulista, polícia não faz bloqueios ou revista manifestantes pró-Bolsonaro como Doria prometeu

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  • Felipe Souza – @felipe_dess
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Felipe Souza/BBC News Brasil

Legenda da foto,

Manifestantes se reúnem na região da avenida Paulista em ato pró-Bolsonaro

Ao contrário do que foi anunciado pelo governo de São Paulo, os manifestantes que participam dos protestos pró-Bolsonaro na avenida Paulista não estão sendo revistados por policiais militares. Todos os acessos à região estão liberados sem barreiras, diferentemente do que ocorreu em outros protestos na capital paulista.

A estratégia de revistar manifestantes foi anunciada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em meio a temores de que agentes da segurança pública da ativa e da reserva participassem armados dos protestos. Essa preocupação ganhou força depois que esses agentes convocaram ativamente soldados e oficiais para os atos.

“Todos que forem às manifestações, tanto pró Bolsonaro quanto os que irão contra Bolsonaro, serão revistados. A Polícia Militar recebeu a orientação para que todos, sem exceção, com mochilas, com bolsas, com bolsos, serão revistados. Em hipótese nenhuma será permitido qualquer tipo de armamento em poder de quem quer que seja, mesmo que sejam policiais aposentados”, disse Doria no dia 1º de setembro.

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A reportagem da BBC News Brasil questionou diversos policiais militares que atuam no patrulhamento em torno da região da manifestação acerca do tema. Eles afirmaram que manifestantes não foram revistados porque os participantes do protesto “chegaram antes do previsto”. Eram aguardados, segundo eles, a partir das 10h, mas muitos chegaram antes das 9h.

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