‘Com as relações abertas, a infidelidade perdeu peso, pois não é mais tão importante’, defende escritora chilena

Publicidade

[ad_1]

  • Diana Massis
  • HayFestivalQueretaro@BBCMundo

Crédito, Diego Urbina

Legenda da foto,

Paulina Flores está na lista da revista Granta dos 25 melhores jovens escritores espanhóis

Qué vergüenza (ou “Que vergonha”, em tradução literal). Este é o título do primeiro livro de Paulina Flores (Santiago, 1988), uma coletânea de contos que ganhou o prêmio Roberto Bolaño e impressionou com suas histórias íntimas, que revelam laços familiares, frustrações, a dor que sente ao negar sua origem social, a impotência quando você entende que seu pai sofre ou a dureza das traições.

Neste ano, a autora chilena entrou para a lista da revista Granta dos 25 melhores jovens escritores em espanhol e lançou seu primeiro romance, Isla Decepción (“Ilha da Decepção”, em tradução livre) — uma história que reúne três personagens: Marcela, que vive o rompimento de uma relação amorosa e viaja para o sul do Chile em busca de refúgio e do amor do pai, Miguel. E Lee, um jovem coreano que foge com outros dois marinheiros do Melilla, um navio-fábrica onde trabalhavam em condições desumanas pescando lulas.

Lee é resgatado quase sem vida das águas do Pacífico por um pequeno barco, e Miguel, em vez de entregá-lo à polícia para ser devolvido ao navio, o esconde em sua casa e cuida dele.

Publicidade

Sem falar a mesma língua, nasce entre eles um diálogo que os aproxima, pois têm algo em comum: o ímpeto de partir para um lugar que promete ser melhor.

[ad_2]

Fonte Notícia

Publicidade