Saúde

Covid matou 18 milhões no mundo, o triplo do registrado

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A pandemia da Covid-19 completa dois anos nesta sexta-feira (11/3), com mais de 6 milhões de óbitos provocados pela doença registrados em dados oficiais. Um estudo robusto, feito por 97 cientistas de 20 instituições internacionais, mostra agora que a pandemia pode ter feito um estrago muito maior, causando a morte de 18,2 milhões de pessoas em todo o mundo.

O estudo, publicado na quinta-feira (11/3), na revista The Lancet, levou em consideração a estimativa de “excesso de mortalidade” pela pandemia em 191 países, entre 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2021. O número leva em consideração a quantidade de mortes que ocorreu, comparada com a quantidade esperada para o período.

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“O impacto total da pandemia foi muito maior do que o indicado pelas mortes relatadas devido apenas à Covid-19. O fortalecimento dos sistemas de registro de óbitos em todo o mundo é necessário para melhorar o monitoramento dessa pandemia e de futuras pandemias”, escreveram os autores do artigo.

A maior taxa de excesso de mortalidade foi observada na Bolívia, com 734,9 mortes por 100 mil habitantes. A Islândia, Austrália, Cingapura, Nova Zelândia e Taiwan, por outro lado, tiveram taxas negativas, com menos mortes do que o esperado em uma situação sem pandemia.

Em números absolutos de mortes excedentes devido à Covid, a taxa foi maior nas regiões do sul da Ásia, norte da África e Oriente Médio e Europa Oriental. A Rússia e o México foram os países com as maiores taxas de mortalidade excedente. Estima-se que, para cada 100 mil habitantes, a Rússia tenha 375 mortes a mais que o esperado. No México o número foi de 325.

Os Estados Unidos e o Brasil, que encabeçam o ranking de países com o maior número de mortes pela Covid-19, tiveram números similares aos dados oficiais enviados pelas autoridades locais. Estima-se que a pandemia provocou 173 mil mortes a mais no Brasil do que as notificadas oficialmente.

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