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Medo de guerra nuclear: o que trauma dos japoneses nos ensina sobre uso de bombas atômicas

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  • Juliana Sayuri
  • De Hiroshima (Japão) para a BBC News Brasil

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Em Tóquio e em outras partes do Japão, manifestantes protestaram contra Putin e o possível uso de armas nucleares

Todos os dias, às 8h15 da manhã em ponto, um relógio toca no alto de uma torre de aço no Parque Memorial da Paz de Hiroshima, no Japão. O som é um lembrete da hora exata em que caiu na cidade a “Little Boy”, a primeira bomba atômica da história, lançada pelos Estados Unidos no dia 6 de agosto de 1945, no fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Hiroshima foi devastada pela bomba e estima-se que cerca de 40% de seus 350 mil habitantes morreram, muitos incinerados instantaneamente. Hoje, a cidade preserva diversos marcos de memória do bombardeio, como a emblemática cúpula do único edifício no entorno que resistiu à explosão nuclear.

Foi na frente dessas ruínas que ativistas antinucleares, pacifistas e sobreviventes da bomba atômica se reuniram para protestar contra a guerra na Ucrânia nos últimos dias.

Na noite de 8 de março, cerca de 100 manifestantes fizeram uma vigília, organizada pela ONG Aliança de Hiroshima para a Abolição das Armas Nucleares, acenderam 1,3 mil velas e as dispuseram no chão para compor as palavras “não à guerra”, “não às armas nucleares”, em inglês e em russo. “No war, no nukes, het boñhe”, dizia no megafone um dos participantes.

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Fonte Notícia

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