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COP26: 3 gráficos que mostram governo Bolsonaro na contramão de novas metas climáticas

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  • Nathalia Passarinho – @npassarinho
  • Da BBC News Brasil em Londres

Crédito, REUTERS/Adriano Machado

Legenda da foto,

Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. Na COP26, delegação brasileira tenta vender a imagem de que política ambiental do Brasil mudou neste ano, após saída de Ricardo Salles, do ministério

Considerado país crucial para o controle do aquecimento da Terra, o Brasil assumiu o compromisso de zerar o desmatamento ilegal em 2028 e cortar em 50% as emissões de gases poluentes até 2030. As metas foram anunciadas durante a COP26, conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas.

Mas dados sobre desmatamento e poluição nos dois primeiros anos de governo Bolsonaro revelam que o país está na contramão dessas metas.

Entre os dias 31 de outubro e 13 de novembro, representantes de quase 200 nações se reúnem em Glasgow, na Escócia, para a COP26, a 26ª conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. O objetivo do encontro é discutir novos compromissos para garantir a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento do planeta a 1,5°C.

O engajamento do Brasil é considerado crucial por dois fatores: o país é um dos grandes emissores de gás carbônico e abriga a maior floresta do mundo, na Amazônia. O presidente Jair Bolsonaro não compareceu à COP26, mas, diferentemente do que ocorreu na conferência anterior, ele defendeu mais “ambições” nas metas climáticas brasileiras.

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