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Por que Aristóteles achava que temos uma geladeira na cabeça – e outras curiosidades sobre o cérebro

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Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

A humanidade já aprendeu muito sobre o nosso cérebro, mas ainda há muito a ser descoberto

Quem sou eu? De onde venho? Onde estou?

Essas são as perguntas que nossos antepassados formularam ao observar o mundo a sua volta, buscando entender como funcionam o corpo e a mente, explica o neurocientista espanhol Ignacio Morgado.

São também as perguntas que abrem Materia Gris – La Apasionante Historia del Conocimiento del Cerebro (Massa Cinzenta – A Apaixonante História do Conhecimento do Cérebro, em tradução livre), o livro mais recente do catedrático de psicobiologia da Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha).

“Presumir que pensamos com outro órgão do corpo que não seja o cérebro é algo impensável para uma pessoa culta dos nossos dias. Mas o certo é que não existe nenhum sinal, sentido ou sentimento especial que nos indique, nem sequer de maneira intuitiva, que pensamos com o que existe dentro de nossa cabeça”, diz o escritor ao falar das dificuldades de nossos antepassados em suas tentativas de solucionar as incógnitas que tinham sobre a mente e o corpo.

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