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O jovem monge brasileiro que se tornou abade de templo budista no Japão

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  • Fatima Kamata
  • De Tóquio (Japão) para a BBC News Brasil

Crédito, Arquivo pessoal / Monge Ryushô

Legenda da foto,

Monge Ryushô, em Eiheiji (em Fukui): ao lado do Sojiji, é um dos principais mosteiros da Ordem Soto destinado ao treinamento de monges

De um lado estão as montanhas e na direção oposta, o Mar do Japão. Entre um e outro, se localiza a cidade de Tsuruoka (província de Yamagata), com seus 125 mil habitantes, arrozais e dezenas de templos que atraem peregrinos para refúgio espiritual.

É nesse cenário que encontramos o monge Ryushô. Nascido há 30 anos em Itapetininga (interior de SP) com o nome Antonio Luiz Gulart e um quase arquiteto (deixou o curso no 5º ano da faculdade), atualmente ele é abade (um importante cargo administrativo) do Renpukuji, além de administrador de outros dois templos de seu mestre Saikawa Roshi, de 73 anos.

A rotina de um monge com tantas atribuições é surpreendentemente agitada. O dia começa por volta das quatro e meia para o zazen (meditação sentada, prática principal do zen budismo) e a cerimônia matinal do templo.

Crédito, Arquivo pessoal / Monge Ryushô

Legenda da foto,

Templo Renpukuji, na cidade de Tsuruoka, onde o monge brasileiro Ryushô é abade

Durante o dia, o abade precisa cuidar do jardim, da manutenção, da administração, dos serviços litúrgicos com os membros dos templos, além das atividades domésticas. Lavar, cozinhar, fazer compras também são tarefas de um monge.

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