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A ‘manobra’ de Índia e China em defesa do carvão que enfraqueceu acordo final da COP26

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Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Países como Índia e China ainda têm alta dependência do carvão

O desfecho da conferência climática COP26, que se encerrou no sábado (13/11) em Glasgow (Reino Unido) com um acordo assinado por quase 200 países, colocou a Índia e a China sob os holofotes.

O motivo é que, na reta final das negociações sobre o acordo, os dois países asiáticos pressionaram por uma mudança-chave no texto, no trecho que falava em abandono gradual do uso de carvão e subsídios a combustíveis fósseis. Em vez de se comprometer a acelerar a “eliminação”, a versão final do acordo fala em acelerar a “diminuição” dessas fontes altamente poluentes de energia.

Isso fez com que ambientalistas e analistas vissem um enfraquecimento no acordo final da COP, potencialmente dificultando o controle de emissões de gases do efeito estufa e a mitigação das mudanças climáticas.

O presidente da COP26, Alok Sharma, chegou a dizer que Índia e China teriam de prestar contas para os países mais sujeitos ao aquecimento global (caso de pequenas ilhas cujo território está diminuindo em meio ao aumento do nível dos mares).

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