Publicidade

‘Como serviço militar me salvou do neonazismo’

[ad_1]

  • Stephanie Hegarty
  • BBC News

Crédito, Jared Stapp

Legenda da foto,

Mike cobrindo seu rosto, em foto dos tempos em que serviu na Força Aérea dos EUA; período foi de profunda depressão, mas também de afastamento do extremismo

No final da adolescência, o americano Mike (nome fictício) se tornou um neonazista. Agora, apenas seis anos depois, ele se assusta ao pensar o quão perto ele esteve, no auge de sua raiva, de matar pessoas que enxergava como inimigos.

Essa trajetória teve um ponto importante em maio de 2020, quando a morte de George Floyd, um homem negro, ao ser contido por um policial branco (agora condenado à prisão), fez eclodir em todos os Estados Unidos protestos do movimento Black Lives Matter (em tradução livre, Vidas Negras Importam).

Mike protestava na cidade de Oakland, na Califórnia, ao lado de sua namorada. Mas, quando a polícia começou a disparar balas de borracha e gás lacrimogêneo contra a multidão, eles decidiram ir embora. No caminho de volta até o carro, viram uma van branca parar. E daí escutaram tiros.

A van foi embora, enquanto um homem, com uniforme policial, caía ao chão. Mike foi em sua direção, tentando se lembrar do treinamento de primeiros socorros que recebera no Exército dos Estados Unidos. Até que um carro policial chegou e pediu que ele se afastasse.

[ad_2]

Fonte Notícia