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Por que lembrar mal de algumas coisas pode significar uma boa memória

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  • Robert Jacobs
  • The Conversation*

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Esquecer detalhes, como o que você comeu na padaria, pode significar uma boa memória

Quando questionado outro dia sobre a padaria perto da minha casa, eu respondi que, recentemente, havia comido seus cookies com pedaços de chocolate, de dar água na boca. Minha mulher me corrigiu, lembrando que os cookies que eu havia comido na verdade eram de passas e aveia. Por que eu cometi esse erro de memória? Seria um sinal inicial de uma demência iminente? Será que eu deveria ligar para o meu médico?

Ou será que esquecer detalhes de uma sobremesa é algo bom, considerando que nosso dia a dia é repleto de um número enorme de detalhes, demais para o finito cérebro humano lembrar-se corretamente de tudo?

Sou um cientista cognitivo e tenho estudado a percepção e a cognição humanas há mais de 30 anos. E eu e meus colegas temos desenvolvido novas maneiras teóricas e experimentais de explorar esse tipo de erro.

Será que esses erros de memória são ruins, resultado de um processo de falha mental? Ou será que, contraintuitivamente, eles podem ser algo bom, um efeito colateral desejável de um sistema cognitivo com capacidade limitada para funcionar de maneira eficaz? Nós estamos inclinados a acreditar na segunda opção — os erros de memória podem, na verdade, indicar uma forma pela qual o sistema cognitivo humano é “otimizado” e “racional”.

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