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Programa nuclear do Irã: como EUA ajudaram o país a iniciar polêmico plano atômico

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  • Ángel Bermúdez (@angelbermudez)
  • BBC News Mundo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Em dezembro de 1954, durante o governo Eisenhower, o xá do Irã e sua esposa, a rainha Soraya, visitaram a Casa Branca

O programa nuclear iraniano é uma das principais preocupações da agenda geopolítica global há duas décadas.

Trata-se de um dos temas que mais exigiu esforços diplomáticos desde que, em 2003, a Organização Internacional de Energia Atômica (IAEA, na sigla em inglês) descobriu que o Irã havia desenvolvido, ao longo de 18 anos, um programa secreto que incluiu a construção de diversas instalações atômicas importantes e sofisticadas.

Esta revelação, em claro descumprimento das obrigações iranianas como signatário do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, imediatamente acionou as engrenagens diplomáticas globais, que rapidamente emitiram condenações, sanções e outras medidas de pressão, com a participação não apenas das potências ocidentais, mas também de parceiros tradicionais do Irã, como a Rússia e a China.

O governo do então presidente Mohamed Jatami afirmou que as atividades nucleares tinham fins pacíficos, mas os EUA interpretaram essas descobertas como a confirmação de suas suspeitas de que Teerã estava tentando fabricar armas nucleares.

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