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Como funciona a milionária indústria da adoção privada nos Estados Unidos

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Crédito, Getty Images

“Estive pensando e acho que quero ficar com ele”, disse a americana Shyanne Klupp à agente do serviço privado de adoção que havia contatado no início de sua gravidez.

Shyanne tomou a decisão de colocar seu bebê para adoção em 2009, poucas semanas depois de saber que seu marido na época era um “criminoso perigoso”.

“Me apaixonei muito rapidamente e estava muito animada para ter uma família… Tudo desmoronou quando ele acabou se revelando não ser quem dizia ser”, contou ela à BBC.

No entanto, ao chegar à 35ª semana de gestação, Shyanne mudou de ideia e entrou em contato com a agência privada de adoção responsável pelo seu caso para saber que opções ela tinha para ficar com o bebê.

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