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Boko Haram: o sequestro de meninas que comoveu o mundo

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Crédito, FABRICE COFFRINI/Getty Images

Legenda da foto,

A campanha pela libertação das meninas de Chibok, na Nigéria, mobilizou redes sociais e governos

Maio de 2014, Casa Branca, Washington DC: a primeira-dama Michelle Obama segura uma folha de papel, diante da câmera, com uma mensagem simples: “Tragam de volta nossas meninas”. Em frente à mensagem, uma “hashtag”, o sinal gráfico adotado pela rede social Twitter e que passou a simbolizar temas e campanhas na World Wide Web. A hashtag #bringbackourgirls (#tragamdevoltanossasmeninas) era promovida pela mulher do presidente dos Estados Unidos três semanas depois que 276 garotas foram sequestradas pelo grupo jihadista Boko Haram na cidade de Chibok, na Nigéria.

Além de Michelle, inúmeros políticos e celebridades abraçaram a causa nas redes sociais e em eventos em vários países, numa campanha internacional de alcance e rapidez nunca vistos até então.

A mobilização levou ao conhecimento do mundo um problema que os nigerianos já enfrentavam havia anos.

Formado em 2002, o Boko Haram combatia uma guerra contra o poder central na Nigéria com a intenção de estabelecer um controle islâmico sobre o Estado de Borno, no nordeste do país.

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