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Cinco coisas que Alice no País das Maravilhas revela sobre o cérebro

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Crédito, Alamy

Lewis Carroll foi extremamente modesto sobre sua obra-prima. “A heroína passa uma hora embaixo da terra e encontra vários pássaros, feras, etc (nenhuma fada), que falam”, escreveu ele na revista Punch. “A coisa toda é um sonho, mas que eu só quero ver revelado no fim.”

Já se passou um século e meio desde que Alice fez esta jornada pela primeira vez — e o conto de Carroll inspirou inúmeros filmes, pinturas e até um balé.

Mas o que poucos sabem é como Alice no País das Maravilhas contribuiu para nossa compreensão do cérebro humano — não só para a psicanálise freudiana, mas para a neurociência moderna.

É que, muito antes de termos a tecnologia para mapear o “país das maravilhas” do cérebro, Carroll já estava traçando seus contornos com seus experimentos mentais.

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