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‘Busca por felicidade é egoísta e gera culpa’ diz autor de ‘A Ditadura da Felicidade’

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  • Margarita Rodríguez
  • BBC News Mundo

Crédito, Getty Images

A felicidade se tornou “egoísta”, se converteu em “um negócio”, “um produto de consumo”, um ideal que nos deixa constantemente insatisfeitos, afirma o psicólogo Edgar Cabanas, professor e pesquisador da Universidade Camilo José Cela, em Madrid, e do Centro de História das Emoções do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano, em Berlim.

Em parceria com a socióloga Eva Illouz, Cabanas escreveu o livro A Ditadura da Felicidade: Como a Ciência e a Indústria da Felicidade Controlam Nossas Vidas. No livro, os autores buscam analisar o impacto do “discurso da felicidade” na sociedade e abordam o tema com “ceticismo e olhar crítico”, diz Cabanas à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Illouz e Cabanas questionam muitas ideias popularizadas pela “indústria da felicidade” e pelo mercado de autoajuda que geram “culpa e frustração” nas pessoas, dizem eles. O pesquisador cita como exemplo a máxima de que “querer é poder” e que tudo está ao nosso alcance “se houver força de vontade”.

Cabanas defende que devemos priorizar a alegria, principalmente a alegria compartilhada, e abandonar o “discurso da felicidade individual”.

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