Ômicron faz empresas cancelarem mais de 4,8 mil voos durante Natal
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Cerca de 4,8 mil voos foram cancelados em todo o mundo entre sexta-feira (24/12) e sábado (25/12) devido à disseminação da variante Ômicron do coronavírus.
Os dados foram divulgados pela plataforma FlightWare, que monitora voos em todo o mundo. Só na sexta-feira, 2.379 operações foram canceladas. Do total, 689 eram nos Estados Unidos.
Às vésperas do feriado de Natal, as companhias aéreas United Airlines e Delta Air Lines anunciaram uma série de cancelamentos devido à nova variante do coronavírus.
A United Airlines cancelou 9% dos voos programados, ou seja, cerca de 170 voos. Já a Delta Air Lines abortou 145 viagens.
Segundo as empresas, funcionários de solo e tripulantes foram contaminados pelo vírus, o que obrigou o cancelamento de mais de 200 voos por falta de operadores.
Detectada pela primeira vez na África do Sul, a variante Ômicron foi classificada pela OMS como de preocupaçãoAndriy Onufriyenko/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Isso porque a alteração apresenta cerca de 50 mutações, mais do que as outras variantes identificadas até o momentoGetty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Segundo a OMS, a Ômicron é mais resistente às vacinas disponíveis no mundo contra as demais variantes e se espalha mais rápidoPeter Dazeley/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Dores no corpo, na cabeça, fadiga, suores noturnos, sensação de garganta arranhando e elevação na frequência cardíaca em crianças são alguns dos sintomas identificados por pesquisadores em pessoas infectadasUwe Krejci/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Em relação à virulência da Ômicron, os dados são limitados, mas sugerem que ela pode ser menos severa que a Delta, por exemploPixabay
ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-varianteO surgimento da variante também é uma incógnita para cientistas. Por isso, pesquisadores consideram três teorias para o desenvolvimento do vírusGetty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)A primeira é que a variante tenha começado o desenvolvimento em meados de 2020, em uma população pouco testada, e só agora acumulou mutações suficientes para se tornar mais transmissívelGetty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)A segunda é que surgimento da Ômicron pode estar ligado a HIV não tratado. A terceira, e menos provável, é que o coronavírus teria infectado um animal, se desenvolvido nele e voltado a contaminar um humanoAndriy Onufriyenko/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)De qualquer forma, o sequenciamento genético mostra que a Ômicron não se desenvolveu a partir de nenhuma das variantes mais comuns, já que a nova cepa não tem mutações semelhantes à Alfa, Beta, Gama ou DeltaAndriy Onufriyenko/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Com medo de uma nova onda, países tem aumentado as restrições para conter o avanço da nova variante
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)De acordo com documento da OMS, a Ômicron está em circulação em 110 países. Na África do Sul, ela vem se disseminando de maneira mais rápida do que a variante Delta, cuja circulação no país é baixa
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Mesmo em países onde o número de pessoas vacinadas é alto, como no Reino Unido, a nova mutação vem ganhando espaço rapidamenteMorsa Images/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)No Brasil, 32 casos foram registrados, segundo balanço divulgado no fim de dezembro pelo Ministério da SaúdeMorsa Images/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)Por conta da capacidade de disseminação da variante, a OMS orienta que pessoas se vacinem com todas as doses necessárias, utilizem corretamente máscaras de proteção e mantenham as mãos higienizadasAndriy Onufriyenko/ Getty Images
***ômicron-o-que-se-sabe-sobre-a-variante (5)A entidade ressalta ainda a importância de evitar aglomerações e recomenda que se prefiram ambientes bem ventiladosJuFagundes/ Getty Images
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Brasil
No Brasil, de acordo com dados da Infraero, houve 5 voos cancelados na véspera de Natal: quatro da empresa Azul e um da Latam. A primeira companhia negou que a pandemia fosse o motivo para os cancelamentos. Já assessoria da Latam confirmou o cancelamento, mas declarou que foram detectados apenas atrasos em decorrência do alto fluxo de passageiros nesta data.
Para evitar a entrada de passageiros contaminados com o coronavírus no Brasil, o governo federal editou, na última semana, uma portaria com regras para viajantes, após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter determinado a exigência do comprovante de vacinação, seguindo recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A portaria estabelece a exigência do comprovante de vacinação para quem chegar ao Brasil, a apresentação de teste de diagnóstico negativo, realizado em até 72 horas antes do embarque, além do comprovante, impresso ou em meio eletrônico, do preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante (DSV).
Com as novas regras, o governo estipula uma quarentena de 14 dias na cidade do destino final do viajante. No entanto, pode haver dispensa da restrição se o viajante apresentar resultado negativo de RT-PCR ou teste de antígeno em amostra coletada a partir do quinto dia do início da quarentena, desde que ele também esteja assintomático.
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