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Como nossa busca por padrões pode explicar crenças e teorias da conspiração

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Crédito, Jonathan Knowles/Getty Images

Legenda da foto,

O comportamento de uma roleta é um evento aleatório, sem causa ou padrão histórico

Coincidências acontecem, acredite. Quando dois fenômenos parecem estar ligados, mas na verdade não têm relação entre si, podemos ter dificuldades em aceitar que se trate apenas de coincidência, por acharmos que elas sejam raras.

A verdade, no entanto, é que as coincidências são mais comuns do que possam parecer. Quando aceitamos esse fato, ficamos menos sugestionados a acreditar em conexões inexistentes ou teorias da conspiração.

Para explicar essa tendência humana de ver causa e efeito onde não há nem um nem outro, o psicólogo e escritor canadense Steven Pinker, autor de livros como O Novo Iluminismo e Os Anjos Bons da Nossa Natureza, faz uma pergunta relativa a algo que consideramos bastante pessoal: o dia do nosso aniversário.

Imagine que você esteja em uma festa, sugere Pinker, com algumas dezenas de outros convidados. “Quais são as chances de que dois desses convidados façam aniversário no mesmo dia?”, pergunta o psicólogo.

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