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A história dos donuts, de doce de soldados a mania nacional nos EUA

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  • Veronique Greenwood
  • BBC Future

Crédito, Scott Grummett

Legenda da foto,

Os donuts viraram uma tradição nos EUA e espalharam-se pelo mundo, em vários sabores

Existe um lugar delicado, na maioria dos corações, reservado para os donuts (em inglês, doughnut): a textura fofa, o revestimento crocante e brilhante, a doçura tão doce que poderia até fazer você abandoná-los, mas não faz, pelo menos não por muito tempo. Em padarias, o brilho amarelo quente de bandeja sobre bandeja de donuts recebeu muitos fregueses matutinos e aliviou o estresse de muita gente. Eu me lembro com gosto dos doces cobertos com xarope de bordo (maple) na vitrine da loja na minha cidade, e muita gente também tem alguma sugestiva memória ligada ao donut.

Massa frita é um vício bem antigo. Provavelmente tem feito parte do cardápio desde que uma farinha foi moída pela primeira vez, e grandes quantidades de gordura animal ou óleo estiveram à mão. Mas os donuts, como normalmente os imaginamos hoje em dia, são uma comida relativamente jovem. A versão norte-americana, conhecida por esse nome em lojas mundo afora, parece ter suas origens nas décadas da Revolução Americana, quando um doce holandês ganhou uma nova identidade.

Ao ler histórias sobre o donut, você pode se surpreender ao descobrir que sua produção é há tempos marcada pelo nacionalismo. Ao mesmo tempo em que a nova nação dos Estados Unidos tentava encontrar seu lugar no mundo, seus cidadãos tentavam identificar o que era essencial a respeito do país — sobre sua literatura, seu caráter nacional, sua cozinha. Isso significou que escritores e comentaristas olhavam para trás na (relativamente curta) história da nação com uma espécie de nostalgia misturada com bravata.

Antes de Nova York ser Nova York, claro, a cidade era Nova Amsterdã, e escritores sempre refletiram sobre os costumes holandeses de eras anteriores com uma doce afeição. Um desses costumes era a confecção de bolas de massa fritas, conhecidas como oliekoecken, ou tortas de óleo. Uma receita dessas delícias aparece num livro de receitas holandês do século 17: elas são fermentadas e cravejadas com frutas secas.

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