Publicidade

A curiosa relação entre guardas e os cães abandonados de Chernobyl

[ad_1]

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

“Para mim, pessoalmente, (conviver com os cães) é uma espécie de símbolo da continuidade da vida nesse mundo radioativo pós-apocalíptico”, diz guarda de Chernobyl

Ao chegar ao cenário atingido pela radiação da Zona de Exclusão de Chernobyl, na Ucrânia, não demorou muito para Bogdan perceber que teria companheiros inesperados em seu novo trabalho. Já nos primeiros dias como guarda em um dos postos de controle de Chernobyl, ele começou a compartilhar o local com uma matilha de cães.

Bogdan (nome fictício) trabalha há quase dois anos naquela zona e agora conhece bem os cachorros. Alguns têm nomes; outros, não. Alguns ficam por perto, outros seguem afastados — vêm e vão conforme querem. Bogdan e os outros guardas alimentam os cães, oferecem abrigo e, às vezes, cuidam de doenças e feridas. E os enterram, quando eles morrem.

De certa forma, esses cães são refugiados do desastre de 1986, quando explodiu o reator n° 4 da Usina Nuclear de Chernobyl. Em consequência, dezenas de milhares de pessoas foram evacuadas da cidade próxima de Pripyat — instruídas a deixar para trás seus animais de estimação.

Em uma tentativa de evitar que a contaminação se espalhasse, soldados soviéticos mataram a tiros muitos dos animais abandonados. Mas não há dúvida de que alguns se esconderam e sobreviveram.

[ad_2]

Fonte Notícia