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A solução da Europa medieval contra enchentes que salva vidas até hoje

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  • Andrea Valentino
  • BBC Future

Crédito, EPA

Legenda da foto,

Enchentes deixaram impacto devastador na Alemanha e em outras partes da Europa

No meio de 2021, após dias de chuva, o rio Meuse transbordou e a cidade de Liège, na Bélgica, foi sua vítima. Águas de cor marrom correram pela cidade, levando os residentes a usarem canoas enquanto suas casas desapareciam ao seu redor. Na cidade e em sua província, mais de 20 pessoas morreram, sendo que um homem se afogou em seu porão.

E este local no leste da Bélgica não estava sozinho. Na vizinha Alemanha, cerca de 200 pessoas morreram em enchentes no ano passado. A imprensa descreveu o nível das águas como um evento que ocorre uma vez em um século. O impacto financeiro do desastre também foi grande. Perto de Liège, uma única fábrica de chocolate sofreu danos no valor de cerca de 12 milhões de euros (mais de R$ 75 milhões).

No entanto, uma parte do norte da Europa sofreu muito menos. Na Holanda, as enchentes de verão também foram descritas como as piores em um século e os danos materiais foram graves, mas o país sobreviveu ao evento climático sem uma única fatalidade. As razões são muitas: evacuações rápidas, diques fortes e comunicação robusta entre eles. Mas o que sustenta essas formas variadas de defesa contra enchentes é uma instituição: os chamados “comitês da água”, que protegem essa terra por quase um milênio.

Vale a pena entender essas associações pela maneira como combinam a democracia local, a tributação direta e a transparência para colocar a água no centro da vida holandesa.

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