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As armas de guerra do futuro que já são realidade

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Crédito, Giancarlo Casem/US Air Force

Legenda da foto,

O avião bombardeiro B-52H Stratofortress é preparado para teste do míssil hipersônico AGM-183A na Califórnia (EUA)

O ano de 2021 consolidou uma mudança fundamental na política de defesa britânica, representando o que na verdade é uma tendência para as principais potências militares: cresce o orçamento para a tecnologia digital, inteligência artificial e cibernética; diminuem as verbas para equipamentos convencionais e para o sustento de grandes tropas.

Tudo isso em um momento em que as forças russas estão se concentrando nas fronteiras da Ucrânia, que Moscou tem exigido a retirada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de alguns de seus Estados membros e que a China está fazendo cada vez mais barulho sobre a retomada de Taiwan — com uso da força, se necessário.

Conflitos regionais também estão ocorrendo em várias partes do planeta. A Etiópia passa por uma guerra civil, o conflito separatista da Ucrânia matou mais de 14 mil pessoas desde 2014, a insurgência da Síria continua e o Estado Islâmico está devastando partes da África.

Estes são sinais de que a “guerra do futuro” já está aqui.

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