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A vida de São Sebastião, padroeiro do Rio, que virou protetor dos gays

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  • Edison Veiga
  • De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

Crédito, Domínio Público

Legenda da foto,

São Sebastião retratado por Il Sodoma; acredita-se que ele tenha sido martirizado duas vezes

É uma história impressionante a de São Sebastião (256-286), como convém às hagiologias, sobretudo as do princípio do cristianismo, quando os registros históricos eram parcos e, assim, as lendas sedimentadas com o passar dos séculos contribuíram para consolidar um imaginário ainda mais milagroso.

Cristão que se tornou soldado com a ideia de ser uma espécie de agente-duplo, ou seja, para ajudar outros cristãos condenados pelo Império Romano, acredita-se que ele tenha sido desmascarado e martirizado — não uma, mas duas vezes.

Da primeira, com as tais flechadas que acabaram se tornando características de suas representações sacras, acabaria sobrevivendo.

Recuperado, teria decidido tomar satisfações com o imperador. Que, novamente, determinou sua execução, operação esta que então se realizaria de forma exitosa.

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