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Como é viver na expectativa de um superterremoto e tsunami no Japão

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  • Juliana Sayuri
  • De Toyohashi (Japão) para a BBC News Brasil

Crédito, Arquivo pessoal

Legenda da foto,

Miguel Kamiunten (de cinza), junto a militares nos abrigos após terremoto de Tohoku em 2011

Conviver com a possibilidade de um desastre natural iminente faz parte do dia a dia dos japoneses. E eles precisam estar sempre a postos — como aconteceu na madrugada do último domingo (16/01), quando foram disparados diversos alertas de tsunami no país após a erupção de um vulcão submarino em Tonga, na Oceania.

Por volta de 00:15, horário de Tóquio, smartphones apitaram com o aviso e, em cidades litorâneas, sirenes passaram a alertar para a possível necessidade de evacuar as casas em busca de terrenos mais altos para se proteger de ondas estimadas em 1 metro de altura.

Horas depois, o alerta foi desativado. Mas não deve ser o último a marcar o arquipélago japonês, que é historicamente vulnerável a desastres naturais como terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas devido à posição geográfica no anel de fogo do Pacífico, uma área de instabilidade geológica.

Desastres são estudados a fundo por cientistas e, a certo ponto, esperados por quem vive no país insular — como se a próxima catástrofe pudesse ocorrer a qualquer momento.

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