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A incrível saga do primeiro narcossubmarino apreendido na Europa

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  • Irene Hernández Velasco
  • Especial para a BBC News Mundo

Crédito, Óscar Vázquez

Legenda da foto,

Javier Romero visita o narcossubmarino para uma de suas reportagens sobre a saga para o veículo La Voz de Galicia

Três homens corpulentos confinados em um espaço minúsculo de apenas 1,5m². Fechados ali por 27 longos dias. Navegando debaixo d’água, respirando um ar frio e úmido o tempo inteiro. Sem espaço para se mexer, alternando-se para dormir sobre fardos no porão da embarcação submersível em que viajavam.

O batiscafo (um tipo de submarino geralmente usado para explorar grandes profundezas) em que o trio estava não sistema de evacuação, o que faziam com que eles usassem uma bolsa como banheiro. Eles se alimentavam com comida enlatada, doces industrializados, barras energéticas e latas de Red Bull para ficarem acordados. Os três enfrentavam também feridas na pele, causadas pelas roupas molhadas e gordurosas que usavam o tempo todo. Havia apenas seis janelas estreitas.

Esses três homens cruzaram o oceano Atlântico entre outubro e novembro de 2019, percorrendo mais de 3.500 milhas náuticas (quase 6.500km) entre Brasil e Europa a bordo desse pequeno e precário submarino artesanal feito de fibra de vidro, sem grandes dispositivos eletrônicos para navegação. A embarcação era equipada apenas com telefones convencionais via satélite, uma bússola montada no painel e um compasso.

Nesse submersível eles resistiram a tempestades terríveis, ondas aterrorizantes, estragos de todos os tipos e estiveram a ponto de serem atingidos por um barco em uma ocasião. Várias vezes eles pensaram que iam morrer.

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