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São Paulo, o santo que fez do cristianismo uma religião

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  • Edison Veiga
  • De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

Crédito, Domínio Público

Legenda da foto,

Tela representando São Paulo, de autoria de Valentin de Boulogne

Naquela carta que pode ser considerada a certidão de nascimento da maior metrópole brasileira, o padre jesuíta José de Anchieta (1534-1597) escreveu sobre 25 de janeiro de 1554: “Celebramos em paupérrima e estreitíssima casinha a primeira missa, no dia da conversão do apóstolo São Paulo e, por isso, dedicamos a ele nossa casa”.

Foi assim que a base daqueles missionários religiosos no planalto de Piratininga foi batizada com o nome do santo. Com o tempo, o nome seria emprestado à vila — São Paulo dos Campos de Piratinga —, até se tornar a denominação da cidade.

Quase que um acaso, poderia se dizer. Fosse outro dia, seria outro santo o homenageado, afinal a praxe do catolicismo de então era recorrer sempre ao santo do dia na hora das nomenclaturas.

Um feliz acaso, diriam os estudiosos do cristianismo. Porque se a cidade que comemora o 468º aniversário nesta terça (25) se tornou uma das mais importantes do mundo, este cidadão romano chamado Paulo que viveu 2.000 anos atrás também pode ser chamado de protagonista.

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