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Adotado em Portugal e França, semipresidencialismo é solução para o Brasil?

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Crédito, Marcelo Camargo/Ag. Brasil

Legenda da foto,

Bolsonaro em sua posse, em 1° de janeiro de 2019, ao lado da mulher Michelle e do antecessor, Michel Temer; sucessivas crises em diferentes governos levam a defesa de mudanças no regime político

A longa crise política brasileira, que já atravessa três presidentes (Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro), tem levado cada vez mais autoridades a defender uma mudança no regime de governo do país.

Nas últimas semanas, ganhou fôlego em Brasília o debate para substituir o presidencialismo, em que o país é governado por um presidente eleito pela população, pelo semipresidencialismo, em que o presidente eleito diretamente divide o governo com o primeiro-ministro, escolhido por ele em acordo com o Congresso.

Segundo monitoramento da Universidade de Oxford (Reino Unido), é um regime presente em mais de 50 países, entre eles Portugal, França e boa parte das nações do Leste Europeu.

Em um momento em que Bolsonaro está fragilizado por mais de cem pedidos de impeachment, defensores da sua adoção no Brasil dizem que o semipresidencialismo daria mais flexibilidade em momentos de crise, já que permite trocar o primeiro-ministro — o responsável pela gestão do governo — de forma mais simples do que a destituição do presidente.

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