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Famílias de baixa renda vão pagar menos em fevereiro

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Em fevereiro, pessoas em situação de vulnerabilidade vão permanecer com a bandeira verde na conta de energia.

As pessoas em situação de vulnerabilidade vão ter a conta de luz mais barata em fevereiro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulgou na última sexta-feira (28) que vai aplicar a bandeira verde para os beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica neste mês. Confira agora os detalhes!

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Como conseguir a tarifa social da conta de energia?

A inscrição será realizada de forma automática, portanto não será necessário levar documentos à distribuidora de energia elétrica. As pessoas contempladas pela tarifa social serão aquelas que se enquadram nos seguintes requisitos:

  • São inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 606) por pessoa;
  • A bandeira verde também será válida para famílias que recebem até três salários mínimos, caso haja alguma pessoa com deficiência ou doença que necessita frequentemente de aparelhos que consomem energia elétrica;
  • Além disso, pessoas com deficiência e idosos de 65 anos ou mais que são beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) também serão incluídas e contempladas pela bandeira verde.

Como funciona a bandeira verde?

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela ANEEL. São três cores (amarela, vermelha ou verde), que indicam se a energia irá custar mais ou menos, de acordo com as condições de geração.

Dessa forma, na bandeira verde não há acréscimos na tarifa de energia, enquanto na bandeira amarela há a adição de R$ 0,010 a cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Já na bandeira vermelha, o valor do acréscimo é de R$ 0,030 a cada kWh.

Bandeira voltada para a situação de escassez hídrica

O Ministério de Minas e Energia criou a bandeira de escassez hídrica a fim de suprir os custos da produção de energia nos períodos de crise hídrica. Por esse motivo, já está definido que essa será a bandeira vigente até o mês de abril para os demais consumidores. Portanto, haverá um acréscimo de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos.

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