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A onda de renúncias de assessores que eleva pressão sobre Boris Johnson

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Crédito, PA Media

Legenda da foto,

Martin Reynolds e Dan Rosenfield (no alto na foto, acima de Boris Johnson) são dois dos que pediram demissão do governo britânico

Em meio a crescentes pressões sobre o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, quatro auxiliares de alto escalão de seu governo renunciaram nesta quinta-feira (3/2), em um intervalo de poucas horas.

O diretor de comunicações Jack Doyle confirmou sua saída pouco depois de Munira Mirza, chefe de políticas. Em seguida, foi a vez do chefe de gabinete Dan Rosenfield e o servidor sênior Martin Reynolds.

As renúncias ocorrem em um momento em que Boris Johnson enfrenta questionamentos vindos de dentro de seu próprio partido, o Conservador, depois de ter sido revelado que, nos meses de lockdown britânico durante a pandemia, foram realizadas confraternizações na sede do governo britânico (e Johnson participou de ao menos três delas). O caso foi alvo de uma investigação civil e agora é motivo de um inquérito policial.

Os auxiliares que saíram nesta quinta, porém, atribuem motivos diferentes para deixar o governo.

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