Morte de Bob Saget acende alerta sobre cuidados após pancada na cabeça
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A morte do comediante Bob Saget, aos 65 anos, ocorreu por conta de um traumatismo craniano e deve servir de alerta para situações semelhantes. Segundo a família, o ator norte-americano bateu a cabeça acidentalmente, mas não deu muito valor para isso e foi dormir. Sarget foi encontrado morto no dia seguinte em seu quarto de hotel na Flórida, nos Estados Unidos.
“Se você tem um ferimento na cabeça, você nunca deve ficar sozinho nas primeiras 24 horas“, disse o Gavin Britz, presidente de neurocirurgia do Hospital Houston Methodist, para o New York Times. Segundo o especialista, as pessoas que sofrerem uma pancada significativa na cabeça devem consultar um médico ou, pelo menos, ficar atentos aos sintomas apresentados em seguida.
De acordo com o relatório de autópsia, divulgado pelo Orange County Medical Examiner, a morte de Saget foi acidental e causada por fraturas múltiplas no crânio e, consequentemente, hemorragia cerebral. “É mais provável que o falecido tenha sofrido uma queda para trás não testemunhada e tenha atingido a parte posterior de sua cabeça“, indica o documento.
Bob Saget e esposaReprodução/ Instagram
Bob SagetBob Saget tinha 65 anosReprodução
Bob Saget2Ator esteve em Três É DemaisReprodução
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Apesar disso, a situação de Bob Saget parece ser rara porque, em casos graves de traumatismo craniano, os sinais de danos ao cérebro costumam ser rápidos. O especialista Gavin Britz acredita que o trauma foi “significativo” e com efeitos que, normalmente, estão associados a quedas mais altas ou traumas mais severos.
O traumatismo craniano é uma lesão na cabeça que pode afetar apenas o crânio ou provocar danos graves no cérebro, como um coágulo sanguíneo. Os sintomas de um traumatismo craniano são sangramento, desmaio, dor de cabeça intensa, manchas roxas, pupilas de tamanhos diferentes, fala alterada, perda de equilíbrio e, em alguns casos, perda de memória.
A autópsia realizada no corpo do ator mostra que a queda rompeu vasos sanguíneos tanto da membrana que cobre o cérebro quanto do próprio cérebro. Não foram encontradas evidências do consumo de álcool ou de drogas ilegais. Entretanto, havia sinais do remédio clonazepam, usado para prevenir convulsões e tratar ataques de pânico, mas não há indicações que a substância tenha contribuído para a morte.
Em idosos, estudos brasileiros e internacionais sugerem uma associação entre o uso de clonazepam e o aumento do risco de quedas. O medicamento também pode reduzir a velocidade de reflexos.
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