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‘O homem que me estuprou ainda trabalha como padre’

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  • Mark Lowen
  • Da BBC News em Roma

Crédito, Getty Images

Esta reportagem contém descrições que alguns leitores podem achar perturbadoras.

Vamos chamá-lo apenas de “Mario”. Ele se encolhe um pouco quando apertamos as mãos, ainda claramente desconfortável com o contato físico. E na minha primeira pergunta — “Como você está?” — o que eu esperava que o ajudasse a iniciar a conversa de uma forma suave, ele imediatamente desaba.

“Esta entrevista está trazendo tudo de volta”, ele gagueja, mal conseguindo falar em meio às lágrimas.

Mário nunca falou antes com a imprensa sobre o que ele chama de “escravidão sexual” nas mãos de um padre na infância.

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