Publicidade

ONU exige “negociações pacíficas” para evitar guerra

[ad_1]

A crise geopolítica entre a Rússia e a Ucrânia centralizou a abertura da assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-geral da entidade, António Guterres, subiu o tom e cobrou “negociações pacíficas” e respeito às leis internacionais de direitos humanos e soberania.

A reunião desta quarta-feira (23/2) estava marcada. Contudo, a escalada da crise no leste europeu mudou a pauta dos encontro de lideranças internacionais.

“Precisamos preservar a pacificação”, iniciou Guterres. Ele prosseguiu: “Precisamos pensar no povo da Ucrânia para se evitar uma guerra. Pedimos que os princípios da ONU sejam obedecidos para garantir que as pessoas tenha suas vidas preservadas. Em conflitos, mulheres e crianças sofrem mais”, frisou.

0

O secretário-geral afirmou que toda a comunidade internacional tem obrigação de evitar o conflito. “Todas as partes tem a obrigação de obedecer a lei humanitária internacional. Não podemos e não iremos desistir de uma solução pacífica”, concluiu.

A ONU reafirmou que o sistema das Nações Unidas apoiam a Ucrânia e os direitos humanos. “Precisamos pensar em negociações e conversas”, emendou.

Repercussão

Nesta quarta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu que o parlamento ucraniano aprove um decreto de estado de emergência válido por 30 dias. O governo passou a permitir que civis portem armas. É mais uma medida diante da tensão geopolítica no leste europeu.

Zelensky alertou que os riscos de um conflito entre a Rússia e a Ucrânia ameaçam toda a Europa. O presidente ucraniano quer mais sanções contra os russos e pediu armas aos países do Ocidente.

Após o término da audiência geral no Vaticano, o papa Francisco fez um apelo por paz ao comentar a crise geopolítica entre a Rússia e a Ucrânia.

“Tenho uma grande tristeza em meu coração com o agravamento da situação na Ucrânia. Apesar dos esforços diplomáticos das últimas semanas, cenários cada vez mais alarmantes estão se abrindo”, frisou.

O presidente russo, Vladmir Putin, prometeu “respostas” às sanções econômicas impostas pela comunidade internacional.

Em pronunciamento no Kremlin, sede do governo russo, Putin voltou a afirmar que está disposto a negociar uma solução diplomática para a crise geopolítica, desde que sejam respeitados os “interesses e a segurança russos”, que são “inegociáveis”.

[ad_2]

Fonte Notícia