Publicidade

Embaixada reforça pedido para que brasileiros abandonem a Ucrânia

[ad_1]

Com a escalada da tensão no Leste Europeu, a Embaixada do Brasil na Ucrânia reforçou o pedido para que cidadãos abandonem as regiões de Donetsk e Luhansk “sem demora”.

Nesta quarta-feira (23/2), em meio ao aumento do risco de uma invasão russa, a embaixada em Kiev, capital ucraniana, repetiu a recomendação.

“Com relação aos desdobramentos dos últimos dois dias, a embaixada reforça sua recomendação de atenção e para que sejam evitadas visitas às províncias ucranianas de Donetsk e Luhansk. Aconselha-se aos cidadãos que já estejam nessas regiões que considerem deixá-las sem demora”, publicou, em comunicado.

0

No fim de semana, a embaixada havia feito um alerta do tipo para que as províncias separatistas no leste ucraniano fossem evitadas.

O alerta ocorre em um momento de grande apreensão. A comunidade internacional acompanha com atenção a crise diplomática e militar na região.

Nesta quarta-feira, a assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU) foi tomada por discursos contra o conflito. Representantes da Rússia, Ucrânia, Estados Unidos, além do secretário-geral da entidade, Antonio Guterre, falaram sobre o tema.

Na segunda-feira (21/2), o presidente russo, Vladmir Putin, reconheceu as regiões separatistas como repúblicas independentes. A decisão foi vista como uma ameaça.

Com isso, na terça-feira (22/2), países como Estados Unidos, Alemanha, França e Reino Unido anunciaram sanções econômicas ao governo russo para isolar Putin.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a União Europeia fizeram alertas para o risco de uma invasão russa ao território ucraniano.

Crise em escalada

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada pelos Estados Unidos.

Na prática, Moscou vê essa possível adesão como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Belarus e Ucrânia existiam desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

Nos últimos dias, a crise aumentou. A Rússia enviou soldados para a fronteira com a Ucrânia, reconheceu duas regiões separatistas ucranianas como repúblicas independentes e tem intensificado as atividades militares. A Rússia invadiu a Ucrânia em 2014, quando anexou a Crimeia ao seu território.

A Ucrânia pediu mais armas aos países do Ocidente, sob o argumento de defesa contra a Rússia. Além disso, convocou militares reservistas e liberou porte de armas a civis.

Putin, por sua vez, acusa os ucranianos de desenvolverem armas nucleares, o que colocaria a segurança de Moscou em risco.

[ad_2]

Fonte Notícia