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russos protestam contra guerra e polícia prende dezenas

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Russos que se opõem à invasão da Ucrânia desafiaram as autoridades e realizaram protestos em várias cidades, incluindo metrópoles como Moscou e São Petersburgo, no início da noite (no horário local) desta quinta-feira (24/2). A polícia do país, onde há restrições legais a manifestações sem autorização, respondeu com violência e prendeu mais de 160 pessoas, segundo observadores internacionais.

Opositores do presidente russo, Vladimir Putin, chegaram a ser presos mesmo antes dos atos, acusados de convocá-los. Foi o caso de uma ativista chamada Marina Litvinovich, que usou suas redes sociais para divulgar um vídeo no qual chamava críticos à guerra para uma passeata às 19h desta quinta. Segundo o jornal Moscow Times, que divulga notícias da Rússia em inglês, ela foi presa horas depois, em frente à sua casa.

A convocação, porém, chegou a muita gente e ao menos mil pessoas protestaram na praça Pushkin, que fica no centro da capital russa. A polícia também compareceu em massa e, segundo postagens dos ativistas, prendeu os que levavam cartazes ou gritavam “não à guerra”, que, em cirílico, se escreve “Нет войне”.

Veja imagens dos atos e prisões em Moscou e em São Petersburgo, cidade natal de Putin.

Correspondente do jornal inglês The Telegraph em Moscou, a jornalista Nataliya Vasilyeva cobriu o ato e relatou, pelo Twitter, que também chegou a ser brevemente detida pelos policiais “mesmo tendo dito repetidas vezes que estava trabalhando como jornalista”. Veja imagens do ato divulgadas por ela:

Manifestações proibidas

O governo russo já havia alertado a população, nesta quinta, sobre a proibição de protestos contra a guerra que o país iniciou contra a Ucrânia. O Ministério do Interior da Rússia soltou comunicados lembrando das “consequência legais negativas desse comportamento” e garantiu que “todos os meios necessários serão usados para garantir a ordem pública”.

Veja mais imagens das prisões em Moscou:

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Em cidades como Berlin, na Alemanha, e Nova York, nos Estados Unidos, manifestantes também protestam nesta quinta contra a guerra iniciada por Putin contra a Ucrânia.



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Fonte Notícia