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“Lutaremos o tempo que for preciso”

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Apesar do recrudescimento dos bombardeios, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, garantiu que as tropas sob seu comando não irão recuar. O país vive o terceiro e mais crítico dia de ataques. Em novo pronunciamento na tarde deste sábado (26/2), o presidente ucraniano apelou para “todos os amigos da Ucrânia” ajudarem a combater invasão russa.

Zelensky reafirmou. “Lutaremos o tempo que for preciso para libertar a Ucrânia”, afirmou. Kiev, capital ucraniana e coração do poder, passou a ter como alvo russo áreas urbanas e com grande presença de civis. Três milhões de habitantes vivem na cidade.

O pronunciamento de Zelensky foi feito pouco depois de o presidente russo, Vladimir Putin, determinar que as tropas militares façam “ofensivas em todas as direções”. Além disso, o governo aumentou em 50% a presença de soldados ao redor da Ucrânia. A ordem é intensificar a invasão.

O Kremlin disse que Putin ordenou que as tropas não fossem adiante na sexta-feira (25/2), mas que voltaram a avançar neste sábado, depois de supostas negativas para uma negociação. O governo ucraniano nega.

encarregado de negócios da Embaixada da Ucrânia em Brasília, Anatoly Tkach, apresentou um balanço sobre os ataques. Agora, segundo ele, 100 mil soldados estão no país.

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O presidente ucraniano comemorou as propostas da Turquia e do Azerbaijão para manter negociações de paz com a Rússia. Zelensky contou que teve conversas com o primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, e conversas com líderes religiosos, incluindo o Papa Francisco.

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê o possível ingresso como uma ameaça à sua segurança.

Os conflitos

Em três dias, ao menos 198 pessoas morreram nos confrontos, segundo o governo ucraniano. Outras 1.115 ficaram feridas. Russos sitiaram a cidade e tentam tomar o poder.

República Tcheca, Polônia, França, Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Bélgica anunciaram o envio de ajuda estrutural de armas e dinheiro, apesar de não ordenarem apoio militar para os confrontos.

Madrugada de horror

Os confrontos em Kiev atingiram o mais alto nível de tensão na madrugada deste sábado. Rússia e Ucrânia disputam o controle da capital, coração do poder.

Mísseis foram disparados até mesmo em áreas urbanas, o que antes estava restrito a bases militares ucranianas. As sirenes de alerta voltaram a tocar.

Antes o que ficava em discursos político-diplomáticos e bombardeios em campos de batalhas, passou a afetar hospitais, orfanatos, prédios residenciais, além de escolas e creches.

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Fonte Notícia