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Finlândia e Suécia ignoram Putin e defendem direito de aderir à Otan

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Mesmo com as ameaças russas, a Finlândia e a Suécia defenderam o direito de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O presidente da Rússia, Vladimir Putin, indicou que invadiria os países caso seguissem com essa intenção.

Na sexta-feira (25/2), o Ministério das Relações Exteriores russo alertou que uma adesão finlandesa ou sueca à Otan – que segundo os dois países nórdicos não está na agenda – “teria sérias repercussões militares e políticas”.

O ministro das Relações Exteriores da Finlândia, Pekka Haavisto, minimizou a intimidação russa neste sábado (26/2). “Já ouvimos isso no passado”, declarou.

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Os dois países não são oficialmente membros da Otan, uma aliança militar comandada pelos Estados Unidos, embora sejam parceiros da organização desde meados da década de 1990.

A Suécia adotou o mesmo tom. “Quero ser muito clara. É a Suécia que, sozinha e de forma independente, decide sua linha de segurança”, declarou a primeira-ministra sueca, Magdalena Andersson, em coletiva de imprensa na sexta-feira.

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Otan. Na prática, Moscou vê a possível entrada do vizinho na organização como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Belarus e Ucrânia existem desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

Mapa de ataques russos à Ucrânia terceiro dia

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