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Ucrânia convoca “exército de TI” para derrubar sites do governo russo

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O ministro da Transformação Digital da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, anunciou, neste sábado (26/2), a criação de um “exército de tecnologia da informação (TI)” para derrubar sites do governo e de empresas russas.

“Estamos criando um exército de TI. Precisamos de talentos digitais. Todas as tarefas operacionais serão dadas aqui”, disse Fedorov, no Twitter, ao divulgar um link para um canal no Telegram. “Haverá tarefas para todos. Continuamos a lutar na frente cibernética. A primeira tarefa está no canal para especialistas cibernéticos”, prosseguiu ele.

No Telegram, o governo ucraniano divulgou uma lista de sites de empresas, bancos e do governo da Federação Russa. Também há vários canais do YouTube. Às 22h30 deste sábado, horário de Brasília, o grupo tinha mais de 108 mil inscritos.

Mais tarde, o vice-primeiro ministro ucraniano anunciou que o país trabalha no desenvolvimento do isolamento do agressor.

“Entrei em contato com o CEO da Rakuten e PayPal sobre o bloqueio de seus serviços na Rússia”, afirmou, ao provocar os “jovens russos e pensantes”. “O YouTube desativou hoje a monetização dos canais russos”, acrescentou Fedorov, em outro tuíte.

Por sua vez, o Twitter afirmou que a restrição do seu serviço para algumas pessoas na Rússia. A empresa disse ainda trabalhar para manter a plataforma segura e acessível. Já o chefe de Política de Segurança do Facebook, Nathaniel Gleicher, anunciou que também proibiu a mídia estatal russa de veicular anúncios e monetizar na plataforma.

Guerra de TI e de tanques

Além de alvos civis, como o centro de Kiev, o Exército russo avança também rumo a usinas nucleares da Ucrânia. O país vive o terceiro e mais crítico dia de combate desde o início dos ataques.

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê a possível entrada do vizinho na organização como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Belarus e Ucrânia existem desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

Em três dias, ao menos 198 pessoas morreram nos confrontos, segundo o governo ucraniano. Outras 1.115 ficaram feridas. Russos sitiaram a a capital Kiev e tentam tomar o poder.

República Tcheca, Polônia, França, Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Bélgica anunciaram o envio de ajuda estrutural de armas e dinheiro, apesar de não ordenarem apoio militar para os confrontos.

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