Ataques com foguetes matam pelo menos 11 em Kharkiv, na Ucrânia
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Enquanto Rússia e Ucrânia realizavam a primeira rodada de negociações em Belarus e a Organização das Nações Unidas faz uma assembleia extraordinária, um bombardeio do Exército russo deixou, nesta segunda-feira (28/2), ao menos 11 mortos e dezenas de feridos em Kharkiv, no leste ucraniano. A cidade, que é a segunda maior da Ucrânia, tornou-se um dos principais campos de batalha desde que Moscou invadiu o país vizinho, na última quinta-feira (24/2).
O prefeito de Kharkiv, Oleg Synegubov, disse que as forças russas estavam disparando artilharia em áreas residenciais da cidade, onde não há posições do Exército ucraniano ou infraestrutura estratégica.
A ativista climática Luisa Neubauer segura um cartaz “Pare a guerra!” em frente a uma manifestação sob o slogan “Pare a guerra! Paz para a Ucrânia e toda a Europa” contra o ataque russo à Ucrânia. O presidente russo, Putin, lançou o ataque à Ucrânia na manhã de quinta-feiraJörg Carstensen/picture aliança via Getty Images
Uma captura de tela capturada de um vídeo mostra um veículo blindado russo em chamas após ser destruído pelas forças ucranianas em Kharkiv, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Uma captura de tela capturada de um vídeo mostra um veículo blindado russo em chamas após ser destruído pelas forças ucranianas em Kharkiv, Ucrânia, em 27 de fevereiro de 2022Forças Armadas Ucranianas / Folheto/Agência Anadolu via Getty Images
DONETSK, UCRÂNIA – 27 DE FEVEREIRO: Uma visão dos danos devido ao conflito armado entre a Rússia, Ucrânia na região de Donetsk sob o controle de separatistas pró-russos, leste da Ucrânia em 27 de fevereiro de 2022Uma visão dos danos devido ao conflito armado entre a Rússia, Ucrânia na região de Donetsk sob o controle de separatistas pró-russos, leste da Ucrânia em 27 de fevereiro de 2022Leon Klein/Agência Anadolu via Getty Images
explosão ucrâniaBombardeio na UcrâniaReprodução/ Redes sociais
REGIÃO DE BELGOROD, RÚSSIA – 26 DE FEVEREIRO DE 2022: Uma coluna de veículos militares russos é vista perto da vila de Oktyabrsky, região de Belgorod, perto da fronteira russo-ucraniana. No início de 24 de fevereiro, o presidente da Rússia, Putin, anunciou sua decisão de lançar uma operação militar especial depois de considerar os pedidos dos líderes da República Popular de Donetsk e da República Popular de LuganskUma coluna de veículos militares russos é vista perto da vila de Oktyabrsky, região de Belgorod, perto da fronteira russo-ucraniana.Anton VergunTASS via Getty Images
Um veículo militar russo é visto perto da vila de Oktyabrsky, região de Belgorod, perto da fronteira russo-ucraniana. No início de 24 de fevereiro, o presidente da Rússia, Putin, anunciou sua decisão de lançar uma operação militar especial depois de considerar os pedidos dos líderes da República Popular de Donetsk e da República Popular de LuganskUm veículo militar russo é visto perto da vila de Oktyabrsky, região de Belgorod, perto da fronteira russo-ucraniana. Anton VergunTASS via Getty Images
Guerra UcraniaGuerra na UcrâniaAytac Unal/Anadolu Agency via Getty Images
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“Isso está acontecendo durante o dia, quando as pessoas vão à farmácia, para fazer compras ou para beber água. É um crime”, disse Syneguboy.
Antes, o conselheiro do Ministério do Interior, Anton Herashchenko, disse que os bombardeios com foguetes russos em Kharkiv nesta segunda-feira mataram dezenas de pessoas. Contudo, não foi possível verificar os números de vítimas.
Guerra da Ucrânia
A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa possível adesão como uma ameaça à sua segurança.
Diante disso, tropas russas, orientada pelo presidente Vladimir Putin, iniciou, na última quinta-feira (24/2), uma ampla operação militar para invadir a Ucrânia. Em pronunciamento, ele fez ameaças e disse que quem tentar interferir no conflito sofrerá consequências nunca vistas na história.
Hoje completa cinco dias de conflito. Ao menos 198 pessoas morreram nos confrontos, segundo o governo ucraniano. Outras 1.115 ficaram feridas. O governo ucraniano afirma que 100 mil soldados russos estão no país.
Russos sitiaram Kiev e tentam tomar o poder. Hospitais, orfanatos, prédios residenciais, além de escolas e creches, já foram alvos de bombardeios na Ucrânia. República Tcheca, Polônia, França, Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Portugal e Bélgica anunciaram o envio de ajuda estrutural de armas e dinheiro para a Ucrânia, que resiste.
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