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Afeganistão: cinco mitos que dificultam compreensão da crise atual

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  • Luiz Antônio Araujo
  • De Porto Alegre para a BBC News Brasil

Crédito, EPA

A crise deflagrada nas últimas semanas com a aceleração da retirada das forças dos Estados Unidos do Afeganistão, a queda do governo do presidente Ashraf Ghani e a volta do Talibã ao poder no país colocaram esse país da Ásia Central outra vez no centro das atenções.

Aspectos da história, da sociedade e da cultura afegãs, que normalmente atraem pouca atenção dos políticos, da imprensa e dos acadêmicos, voltaram ao centro do noticiário e ganharam destaque nas redes sociais.

Imagens dramáticas de afegãos aglomerando-se nos postos de fronteira e no aeroporto de Cabul em fuga diante do avanço dos talibãs correram mundo, fazendo com que questões muitas vezes repetidas nos últimos 40 anos voltassem à tona: por que esse país está no centro de mais uma tragédia?

O que faz do Afeganistão um exemplo de Estado falido ou eternamente convulsionado? Que papel têm religião, cultura, etnia e disputa de poder entre potências nessa situação? Essas e outras perguntas põem em evidência uma grande quantidade de mitos, preconceitos e incompreensões sobre o Estado afegão.

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