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Islamofobia: o que oprime as muçulmanas no Brasil não é o lenço, diz pesquisadora da USP

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  • Letícia Mori
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

No Brasil, entre 800 mil e 1,2 milhão de pessoas são muçulmanas

A tomada do poder pelo Talebã no Afeganistão teve consequências não só para as mulheres que vivem sob o regime, mas também para muçulmanas no Brasil.

Isso porque os episódios de islamofobia — preconceito e ataques contra muçulmanos — aumentaram após as notícias sobre as ações do Talebã. O crescimento foi registrado pela pesquisadora Francirosy Campos, que estuda o assunto há mais de 20 anos.

“Tudo o que alguém faz de errado em nome da religião se volta contra a comunidade muçulmana, especialmente contra as mulheres”, diz Campos, que é professora da Universidade de São Paulo, antropóloga com pós-doutorado na Universidade de Oxford, feminista e muçulmana.

A pesquisara explica que movimentos políticos com teor religioso, como o Talebã, não são a mesma coisa que a religião do Islã. E que há muita diversidade e muitas diferenças no mundo muçulmano.

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