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‘Pior mito sobre câncer é achar que de alguma forma somos culpados’, diz vencedora do Pulitzer

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  • Irene Hernández Velasco
  • BBC Mundo

Crédito, Cassandra Gillig

Legenda da foto,

Anne Boyer relatou sua experiência em um livro

A poetisa e ensaísta americana Anne Boyer tinha acabado de completar 41 anos quando foi diagnosticada com um dos piores tipos de câncer de mama, para qual o tratamento era muito agressivo.

Na época, ela ganhava um salário modesto dando aulas e não sabia muito sobre câncer. Desde então, ela diz que aprendeu muitas coisas – especialmente sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos.

Boyer diz que a lógica capitalista muitas vezes faz as pessoas acharem que quem tem câncer em parte o merece. Ela também descobriu que o câncer é cercado por mitos, como a ideia de que uma atitude positiva pode ajudar a curá-lo. E percebeu que a linguagem usada para falar sobre o câncer é problemática, porque sobreviver ao câncer não é vencer uma corrida e morrer não é perdê-la.

Depois de ser submetida a uma dupla mastectomia, e quase sem conseguir ficar em pé, Anne Boyer foi mandada para casa sem poder passar uma única noite no hospital, exatamente como acontece com aproximadamente 45% das mulheres que se submetem a cirurgias nos Estados Unidos.

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