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7 de Setembro: a elite que ‘tupinizou’ o próprio nome pela Independência

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  • Felipe Santos
  • De São Paulo para a BBC News Brasil

Crédito, Domínio público/Acervo digital/Biblioteca Brasilia

Legenda da foto,

Visconde de Jequitinhonha foi precursor da OAB e um dos exemplos mais famosos de ‘tupinização’ do nome pela Independência

O que Dom Pedro I, um precursor da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), um ramo da família latifundiária Fonseca Galvão em Pernambuco e um punhado de clérigos do período da Independência têm em comum?

Para defender a causa da separação política em relação a Portugal, eles “tupinizaram” os próprios nomes de batismo.

A cisão almejada por parte da elite colonial em relação à metrópole portuguesa passou pelo uso da figura do indígena em diversos campos. Bastante presente nas artes, essa utilização se observou com notável força na literatura romântica.

O principal exemplo é Iracema, romance de José de Alencar que põe o nativo na posição de lenda fundadora da nação, no qual a índia “virgem dos lábios de mel” morre para dar à luz o primeiro cearense — ou seria brasileiro? — mestiço.

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