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A surpreendente descoberta que muda o significado de uma obra de um dos maiores artistas da história

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  • Dalia Ventura
  • BBC News Mundo

Crédito, Gemäldegalerie Alte Meister

Legenda da foto,

Detalhe do quadro ‘Moça lendo uma carta à janela’, de Johannes Vermeer, 1657-59

Foi um presente. Em 1742, pela compra de 30 pinturas da coleção particular do príncipe de Cariñena em Paris para o acervo do príncipe da Saxônia e rei da Polônia Augusto, o Forte, ele foi presenteado com uma pintura… e que pintura: nada menos do que um Rembrandt!

Assim a obra foi apresentada ao secretário saxão encarregado da transação e identificada ao chegar a Dresden, hoje na Alemanha.

Era um quadro primoroso que mostrava uma jovem loira, banhada pela luz que entrava por uma janela, entregue a um dos atos mais íntimos: a leitura de uma carta.

Apesar de ter invadido a privacidade da moça, o pintor a protegeu, inserindo uma mesa e tirando do cômodo quem se intrometera, obrigando o observador a ficar atrás de uma cortina aberta. A partir dessa distância segura, se certificou de que todos compartilhassem o momento que capturou sem que ninguém interferisse em seu encanto.

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