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Bitcoins: O que faz do Texas a nova capital mundial das criptomoedas

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  • Zhaoyin Feng
  • Da BBC News em Washington

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

Os ‘mineradores’ de bitcoin estão procurando urgentemente um novo local para se estabelecer, após proibições da China

Quando a China anunciou a ofensiva ao comércio de bitcoins, em maio, Kevin Pan, executivo da empresa de criptomoedas chinesa Poolin, tomou um voo no dia seguinte para deixar o país.

“Decidimos nos mudar de uma vez por todas e para sempre. Não voltaremos”, disse Pan à BBC. Com sede em Hong Kong, a Poolin é a segunda maior rede de bitcoins do mundo, com a maior parte de suas operações na China.

O país detinha cerca de 70% do poder mundial de mineração de bitcoin, até que, a partir de maio, a repressão do governo chinês a esse tipo de negócio fez o preço das criptomoedas despencar e pegou os empresários do setor desprevenidos.

Autoridades chinesas argumentaram que as critpomoedas estavam “perturbando a economia local e a ordem financeira”, que os altos e baixos nos preços “violam seriamente a segurança dos ativos das pessoas” e que o modelo em vigor favorece transferências ilegais e lavagem de dinheiro. Acredita-se que a China também esteja querendo proteger sua própria moeda digital, lançada em abril para testes.

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