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7de Setembro: o que dizem as leis que preveem até 20 anos de prisão para policiais que participem de protestos

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  • Felipe Souza – @felipe_dess
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Constitucionalistas apontam que nenhum policial da ativa pode participar de atos políticos com símbolos que remetam às instituições onde trabalham

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está convocando há semanas os apoiadores dele para um protesto no dia 7 de Setembro, feriado da Independência do Brasil. Entre os que garantiram presença, e tentam atrair seus pares em grande quantidade, estão policiais militares da ativa e da reserva.

Mas essa categoria pode se manifestar publicamente?

Segundo especialistas em direito constitucional ouvidos pela BBC News Brasil, nenhum policial da ativa pode participar de atos políticos com símbolos que remetam às instituições onde eles trabalham. Esses servidores podem participar de atos políticos desde que estejam à paisana, como cidadãos comuns, e desarmados.

Caso contrário, os policiais podem ser enquadrados no Código Penal Militar pelos crimes de motim ou revolta (quando há dois ou mais envolvidos). As penas podem chegar a 20 anos de prisão em regime fechado.

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