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‘Elites não têm de concordar comigo, mas não precisam ter medo’, diz Gabriel Boric à BBC

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  • Andrea Vial Herrera
  • De Santiago do Chile para a BBC News Mundo

Crédito, Natalia Vial

Legenda da foto,

Gabriel Boric será o mais jovem presidente da história do Chile

Ele admite que nunca pensou que chegaria a esse ponto. Prestes a completar 36 anos, idade que o habilita a se sentar na cadeira presidencial no Palácio La Moneda a partir de 11 de março, Gabriel Boric Font fuma um cigarro atrás do outro poucas horas antes de anunciar seu gabinete.

A equipe ao seu lado no governo, que promete profundas transformações sociais, é provavelmente a mais diversa que o país já viu: mais mulheres do que homens, metade oriunda de escolas públicas, membros de sua coligação política; são um símbolo de um Chile que se afasta das elites sociais que governam o país desde o retorno à democracia, nos anos 1990.

“Em um momento em que o mundo muda vertiginosamente, o Chile também precisa mudar e se adaptar. Representamos a força de uma época”, disse Boric à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC), na primeira entrevista a um veículo estrangeira após vencer as eleições presidenciais.

Foram quase duas horas de conversa em que ele falou não apenas de uma “nova ordem” para o Chile, mas também de sua relação com a esquerda latino-americana – inclusive com ex-presidente Lula, com quem diz planejar colaborar caso o brasileiro se eleja -, suas referências políticas ao redor do mundo e a violência vista durante a revolta social no país.

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