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Saiba dar adeus ao seu antigo eu | Blog Longevidade: modo de usar

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A primeira etapa é a negação, quando a gente evita tocar no assunto que provoca tristeza e angústia. Há quem se recuse a falar sobre a velhice, como se a atitude funcionasse como um freio que impedisse a passagem dos anos. Em seguida, vem a raiva: dominado pela frustração e pelo medo, você se irrita quando alguém lhe pergunta como está se preparando para a vida após a aposentadoria, embora saiba que é seu dever de casa (comportamentos autodestrutivos são comuns nesse período). Depois, a barganha, ou negociação: um estágio que se assemelha ao vaivém de uma gangorra: “e se tivesse feito as coisas de tal forma?”; “se fizer isso ou aquilo, talvez possa dar um jeito na situação” são pensamentos recorrentes. Na sequência, a depressão é uma fase de dor intensa, que pode demandar ajuda psicológica, daí a importância ter uma rede de afeto e apoio. Por fim, a aceitação é o momento no qual nos damos conta de que vivemos uma nova realidade.

Posso usar, como exemplo, o luto profissional. Até a aposentadoria, nossa identidade está fortemente atrelada ao ambiente de trabalho. A pergunta: “o que você está fazendo?” é o norte de qualquer conversa e muitos se melindram quando não dispõem mais de referência tão relevante. Você pode inclusive continuar atuando e sua profissão nunca deixará de ser parte fundamental da sua trajetória, mas também é preciso valorizar outros papéis, na família, no círculo de amigos, na sociedade. Pense se prefere olhar pelo retrovisor e alimentar mágoas e ressentimentos, ou fazer um pacto para apreciar todos os anos que tem pela frente da melhor maneira possível: cuidando da saúde, compartilhando o que sabe e aprendendo coisas novas, saboreando o que conquistou. Você pode optar por se nutrir ou se esgotar.

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