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Qual a provável posição do Brasil na crise entre Rússia e Ucrânia – e como visita de Bolsonaro a Putin afeta isso

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  • Giulia Granchi
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Militares da Rússia na Crimeia, em 2021, preocuparam os governos ocidentais

O conflito entre Rússia e Ucrânia escalou de forma significativa nos últimos meses. A tensão é ainda maior do que no último pico do atrito em 2014, quando a Rússia invadiu a Crimeia e anexou o território, uma península autônoma no sul da Ucrânia.

Na época, o Brasil manteve-se distante da crise, defendendo a resolução de forma pacífica, mas sem escolher um lado. De acordo com os especialistas em relações internacionais entrevistados pela BBC News Brasil, neste novo capítulo do conflito, o país deve seguir a mesma linha, e a visita de Jair Bolsonaro ao líder russo Vladimir Putin, prevista para fevereiro, não deve fazer com que o governo brasileiro seja necessariamente visto como aliado da Rússia.

Atualmente, a razão principal do atrito é a possível entrada da Ucrânia na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), hipótese não aceita pelo governo russo. Criada durante o contexto da Guerra Fria, a Otan é uma aliança militar que representava um tratado de defesa mútua entre os seus países-membros e tinha como objetivo barrar o avanço do bloco socialista.

Atualmente, as tropas de Putin estão posicionadas em lugares estratégicos que possibilitam um ataque. O governo russo nega a intenção de invadir o território ucraniano e afirma que as tropas que se movimentam dentro do seu país não deveriam causar alarme.

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