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A angústia dos aposentados que temem não receber precatórios em 2022 por conta da PEC

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  • Vinicius Mendes
  • De São Paulo para a BBC News Brasil

Legenda da foto,

José Luís Guerretta aguarda o recebimento do seu dinheiro

Quando José Luís Guerretta viu, pela televisão, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chamar os pagamentos de precatórios do governo federal para 2022 de “meteoros”, começou a rever os planos da família para o ano que vem.

Era final de julho e, exatamente um mês antes, ele havia recebido a decisão favorável de um processo judicial que se arrastava desde 1989 – que exigia que a União lhe pagasse cerca de R$ 220 mil dentro do próximo orçamento.

Então, em agosto, enquanto a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021 – chamada de PEC dos Precatórios – chegava à Câmara, e o mesmo Guedes dizia que “Brasília iria parar” se o projeto não fosse aprovado, Guerretta já estava pouco esperançoso em receber o dinheiro.

Agora, na iminência de a emenda passar pelo crivo do Senado (já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Casa) e cortar metade dos precatórios das despesas federais de 2022, ele apenas sustenta aquele pessimismo inicial. “Provavelmente vou tomar um calote”, lamenta.

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