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A população que vive rodeada das múmias mais antigas do mundo

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  • Jane Chambers
  • De Arica, no Chile, para a BBC News

Crédito, Universidade de Tarapacá

Legenda da foto,

Crianças chinchorro – neste caso, um menino com idade estimada de 6 ou 7 anos – eram mumificadas junto com adultos

“Pode parecer estranho para algumas pessoas viver em cima de um cemitério, mas nós estamos acostumados”, afirma Ana Maria Nieto, que vive na cidade portuária de Arica, no Chile.

A localidade na fronteira com o Peru foi construída sobre as dunas arenosas do deserto do Atacama, o mais seco do mundo. Mas, muito antes da fundação dessa cidade costeira no século 16, esta área foi o lar do povo chinchorro.

Sua cultura chegou aos noticiários em julho de 2021, quando a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) incluiu centenas de múmias preservadas pelos chinchorro na sua Lista do Patrimônio Mundial.

As múmias dos chinchorro foram documentadas pela primeira vez em 1917, pelo arqueólogo alemão Max Uhle, que havia encontrado alguns dos corpos preservados em uma praia. Mas levou décadas de pesquisas para determinar a sua idade.

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