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A tecnologia inovadora que alimentou o Império Inca

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Crédito, Max Shen/Getty Images

No século 15 e início do 16, uma pequena ilha no lago Titicaca era um dos locais religiosos mais importantes da América do Sul.

Reverenciada como o local de nascimento do Sol, da Lua e da dinastia Inca, Isla del Sol (“Ilha do Sol”) atraía peregrinos de toda parte dos Andes.

Há alguns anos, segui os passos deles, pegando um barco na cidade boliviana de Copacabana para atravessar as águas agitadas do lago, que fica a 3.812m de altitude, sendo o único lugar do planeta que um viajante pode “sofrer de enjoo no mar e mal da altitude ao mesmo tempo”, de acordo com o explorador britânico Percy Harrison Fawcett, que o visitou no início do século 20.

Após atracar na costa nordeste de Isla del Sol, segui uma trilha centenária passando por uma série de ruínas incas e pré-incas — tambos (estalagens), santuários, templos, praças, altares e um complexo cerimonial que inclui Titikala, um afloramento de arenito de onde o deus criador dos Andes Viracocha teria gerado o Sol e a Lua.

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